Muito de acordo com um princípio que costumo defender... cada um tem aquilo que merece!
Achei este vídeo perfeitamente de acordo com o que nos irá certamente acontecer até que não sejamos educados a viver em conformidade com a natureza.
Mude já a sua atitude! Antes que seja tarde demais...
domingo, 21 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Sacos de Plástico? Não, obrigado!
Faz parte do dia a dia da maior parte de nós o uso indiscriminado de sacos de plástico, tão úteis e tão comuns nas nossas casas, escolas, empregos e comércio.A facilidade com que os adquirimos nos super e hipermercados, na maioria dos casos gratuitamente, faz com que este objecto se torne banal e de uso descuidado no nosso quotidiano. Reflexo disso são os números que nos dão os estudos: várias centenas de biliões de sacos de plástico são consumidos por ano. Ainda assim, aposto que não está surpreendido. Na verdade, basta contar os que você utiliza num mês e faça contas.
A questão é outra: tudo quanto for exagero, não é certamente positivo. Senão veja:
Dado que se torna muito mais caro reciclar um saco de plástico do que produzir um novo, a sua produção e uso tornam-se processos descuidados e descontrolados, sem vista a consequências.
Deste modo, poderemos encontrar plásticos nos mais impensáveis locais do planeta, perturbando, mais uma vez, a ciclo natural das coisas...Esta também não será para si uma novidade, já que se deve deparar todos os dias com estes plásticos na praia, campo, bermas das estradas, etc.
Quando são recolhidos, estes sacos, na sua maioria, não vão parar a lixeiras, pelo menos não definitivamente. Em vez disso, são lançados ao mar aproximadamente 4 milhões de kg por ano!! Antenção, eu disse QUILOS e não unidades...
Quer ver o que acontece aos sacos, tanto nas lixeiras como no mar?
A questão é outra: tudo quanto for exagero, não é certamente positivo. Senão veja:
Dado que se torna muito mais caro reciclar um saco de plástico do que produzir um novo, a sua produção e uso tornam-se processos descuidados e descontrolados, sem vista a consequências.
Deste modo, poderemos encontrar plásticos nos mais impensáveis locais do planeta, perturbando, mais uma vez, a ciclo natural das coisas...Esta também não será para si uma novidade, já que se deve deparar todos os dias com estes plásticos na praia, campo, bermas das estradas, etc.
Quando são recolhidos, estes sacos, na sua maioria, não vão parar a lixeiras, pelo menos não definitivamente. Em vez disso, são lançados ao mar aproximadamente 4 milhões de kg por ano!! Antenção, eu disse QUILOS e não unidades...
Quer ver o que acontece aos sacos, tanto nas lixeiras como no mar?
Prejudicam a vivência normal dos mais diversos animais...


Levam à morte por serem confundidos com comida...
Ou simplesmente por estangulamento...


Pois então... já viu agora o terror que andamos a alimentar? Diga não aos sacos de plástico, utilize sacos de pano, que pode reutilizar sempre e desse modo não prejudicará o ambiente, devido aos compostos tóxicos libertados pelo polietileno, nem os animais, devidos às horríveis interferências que já vimos que podem ter sobre eles.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Animals Save the Planet
Já fez o teste para determinar a sua pegada ecológica?
Aqui vão os conselhos dos peritos na matéria para diminuir o seu impacto negativo no planeta!
Não percam, vamos aprender com os nossos amiguinhos ;)
Aqui vão os conselhos dos peritos na matéria para diminuir o seu impacto negativo no planeta!
Não percam, vamos aprender com os nossos amiguinhos ;)
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ambiente
domingo, 14 de dezembro de 2008
A Escalada do Monte Improvável
A Escalada do Monte Improvável é um livro de Richard Dawkins editado em Portugal pela Gradiva para a colecção Universidade de Aveiro, em Lisboa, Fevereiro de 1999.
É na qualidade de biólogo evolucionista que o autor escreve este livro, dirigido a responder às provocações e contestações criacionistas e esclarecer os dilemas gerados em redor da Teoria da Evolução.
Como refere o título, Dawkins usa a metáfora do Monte Improvável para retratar o processo da evolução, em que os seres vivos fazem um percurso com uma ligeira inclinação, até atingir o cume do Monte, representando a gradualidade do processo evolutivo, sem alterações abruptas e pouco prováveis. A evolução é então apresentada como um caminho relativamente simples, ao longo do qual surgem situações/problemas que seleccionam os seres vivos, permitindo que prossigam os mais adaptados, deixando para trás os inaptos. Esta ideia é bem retratada no excerto: "O declive gradual [do Monte Improvável] apresenta, ocasionalmente, um pequeno penhasco rochoso mas, em geral, pode-se encontrar um desvio não demasiado íngreme para um caminhante em boa forma física, com sapatos apropriados e que tenha algum tempo à sua disposição."
Na generalidade, em cada capítulo, o autor procura explicar a evolução de diversas estruturas de seres vivos à luz da teoria da evolução: a construção de teias de aranha, surgimento das asas, olhos, conchas, embriões, grãos-de-polén, etc, sempre simbolizada pela parábola do Monte Improvável.
Em relação ao conteúdo, o autor explica de forma clara diversas duvidas a respeito da Teoria da Evolução, mesmo aquelas mais argumentadas pelo Criacionismo. No entanto, quanto à forma, o livro deixa muito a desejar. Cada capítulo é demasiado extenso para o tema que aborda, sendo muito repetitivo, que, em conjunto com a forma de escrever divagada do autor, torna a leitura aborrecida e desinteressante,ainda que acompanhado de algumas imagens ilustrativas do conteúdos de cada capítulo.
Foi certamente o factor que fez com que demorasse imenso tempo a concluir a leitura do livro.
No que diz respeito à capa do livro, não me parece nada apelativa e, talvez por ignorância minha ou pura distracção, não lhe encontro muita relação com o tema tratado ou, pelo menos, nada que o simbolize!
De qualquer forma, sendo o conteúdo interessante, aconselho a sua leitura a qualquer pessoas ligada às ciências biológicas, pois é, por um lado, esclarecedor e, por outro, dá a conhecer diversos facto do mundo vivo com que nos deparamos diariamente, sem compreender a sua verdadeira essência.
É na qualidade de biólogo evolucionista que o autor escreve este livro, dirigido a responder às provocações e contestações criacionistas e esclarecer os dilemas gerados em redor da Teoria da Evolução.
Como refere o título, Dawkins usa a metáfora do Monte Improvável para retratar o processo da evolução, em que os seres vivos fazem um percurso com uma ligeira inclinação, até atingir o cume do Monte, representando a gradualidade do processo evolutivo, sem alterações abruptas e pouco prováveis. A evolução é então apresentada como um caminho relativamente simples, ao longo do qual surgem situações/problemas que seleccionam os seres vivos, permitindo que prossigam os mais adaptados, deixando para trás os inaptos. Esta ideia é bem retratada no excerto: "O declive gradual [do Monte Improvável] apresenta, ocasionalmente, um pequeno penhasco rochoso mas, em geral, pode-se encontrar um desvio não demasiado íngreme para um caminhante em boa forma física, com sapatos apropriados e que tenha algum tempo à sua disposição."
Na generalidade, em cada capítulo, o autor procura explicar a evolução de diversas estruturas de seres vivos à luz da teoria da evolução: a construção de teias de aranha, surgimento das asas, olhos, conchas, embriões, grãos-de-polén, etc, sempre simbolizada pela parábola do Monte Improvável.
Em relação ao conteúdo, o autor explica de forma clara diversas duvidas a respeito da Teoria da Evolução, mesmo aquelas mais argumentadas pelo Criacionismo. No entanto, quanto à forma, o livro deixa muito a desejar. Cada capítulo é demasiado extenso para o tema que aborda, sendo muito repetitivo, que, em conjunto com a forma de escrever divagada do autor, torna a leitura aborrecida e desinteressante,ainda que acompanhado de algumas imagens ilustrativas do conteúdos de cada capítulo.
Foi certamente o factor que fez com que demorasse imenso tempo a concluir a leitura do livro.
No que diz respeito à capa do livro, não me parece nada apelativa e, talvez por ignorância minha ou pura distracção, não lhe encontro muita relação com o tema tratado ou, pelo menos, nada que o simbolize!
De qualquer forma, sendo o conteúdo interessante, aconselho a sua leitura a qualquer pessoas ligada às ciências biológicas, pois é, por um lado, esclarecedor e, por outro, dá a conhecer diversos facto do mundo vivo com que nos deparamos diariamente, sem compreender a sua verdadeira essência.
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Livros
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Uma Verdade (infelizmente) Inconveniente...
Toda a gente, com certeza, já ouviu falar daquela história do aquecimento global e se, alguém lhe perguntar o que é, você vai responder: "Sim, eu sei o que é, é o planeta que está a aquecer e ouvi dizer que isso até pode fazer derreter o gelo e fazer subir o nível do mar...mas de certeza que não vamos estar cá quando isso acontecer!"
Infelizmente, é dos discursos sobre o assunto mais comuns de se ouvir.
Eu própria, que até ver o filme "Uma Verdade Inconveniente", me considerava informada e sensibilizada q.b. em relação ao aquecimento global, fiquei extremamente surpreendida com as imagens, com os dados, com as previsões que o filme nos apresenta.
O filme de género documentário, tem como protagonista o ex-candidato à presidência dos EUA, Al Gore, que perdeu as eleições contra o Presidente George Bush há precisamente 8 anos atrás, por uma diferença de 1%.
Ao mesmo tempo que olho para este documentário como dos piores filme de terror que já vi nos últimos tempo (mas este é real!), consigo ver nele que afinal há esperança, que é possivel ainda vencer esta guerra que criámos ao desafiarmos a Natureza.
No entanto, é preciso educar os que nos rodeiam e é por isso que faço um apelo a todos para que vejam o filme e o divulguem e divulguem a mensagem que ele nos transmite. Reparem nos argumentos ignorantes e interessados de políticos contra Al Gore e reflitam sobre até que ponto chega a podridão humana, ao colocar conscientemente em risco toda a humanidade em prol do próprio umbigo.
Permitam-me apenas sublinhar que, sendo o Homo sapiens a espécie considerada racional e mais inteligente, os restantes animais do nosso planeta vivem com um único objectivo: sobreviver e garantir a sobrevivencia da espécia geração após geração. Surpreendente? O homem, dotado de inteligência, teria, no meu ponto de vista, a obrigação de fazer o mesmo, melhor que qualquer outro ser vivo.
E convença-se, as nossas atitudes irresponsáveis e os atentados que cometemos contra o planeta, ou seja, a sua pegada ecológica são decisivos para o futuro da nossa e de todas as outras espécies do planeta.
Trailler - An Inconvenient Truth
Infelizmente, é dos discursos sobre o assunto mais comuns de se ouvir.
Eu própria, que até ver o filme "Uma Verdade Inconveniente", me considerava informada e sensibilizada q.b. em relação ao aquecimento global, fiquei extremamente surpreendida com as imagens, com os dados, com as previsões que o filme nos apresenta.
O filme de género documentário, tem como protagonista o ex-candidato à presidência dos EUA, Al Gore, que perdeu as eleições contra o Presidente George Bush há precisamente 8 anos atrás, por uma diferença de 1%.
Ao mesmo tempo que olho para este documentário como dos piores filme de terror que já vi nos últimos tempo (mas este é real!), consigo ver nele que afinal há esperança, que é possivel ainda vencer esta guerra que criámos ao desafiarmos a Natureza.
No entanto, é preciso educar os que nos rodeiam e é por isso que faço um apelo a todos para que vejam o filme e o divulguem e divulguem a mensagem que ele nos transmite. Reparem nos argumentos ignorantes e interessados de políticos contra Al Gore e reflitam sobre até que ponto chega a podridão humana, ao colocar conscientemente em risco toda a humanidade em prol do próprio umbigo.
Permitam-me apenas sublinhar que, sendo o Homo sapiens a espécie considerada racional e mais inteligente, os restantes animais do nosso planeta vivem com um único objectivo: sobreviver e garantir a sobrevivencia da espécia geração após geração. Surpreendente? O homem, dotado de inteligência, teria, no meu ponto de vista, a obrigação de fazer o mesmo, melhor que qualquer outro ser vivo.
E convença-se, as nossas atitudes irresponsáveis e os atentados que cometemos contra o planeta, ou seja, a sua pegada ecológica são decisivos para o futuro da nossa e de todas as outras espécies do planeta.
Trailler - An Inconvenient Truth
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ambiente
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
NEXT
NEXT, editado em Portugal pela editora Dom Quixote em 2006, é um livro de ficção científica que engloba vários temas polémicos do actual mundo da ciência. Não sendo fácil para o leitor estabelecer os limites entre a realidade e a ficção, o enredo força a um leitura atenta e interessada, levantando diversas questões do foro científico, entre as quais a evolução de espécies à imagem humana. Diversas companhias de pesquisa genética, apoiadas por investimentos privados e governamentais procuram manipular geneticamente diversos animais, atribuindo-lhes características humanas ao ser-lhes aplicados genes de humanos: é o caso de Gerard, o papagaio que resolve problemas básicos de matemática e decora diálogos, imitando na perfeição as vozes dos intervenientes; Dave, o chimpanzé que fala e assume uma família de humanos; um orangotango poliglota, que ofende quem o incomoda, em diversas línguas. Neste campo são retratadas as implicações morais da atribuição de características humanas aos animais em questão, como a incapacidade de viver em sociedade, agressividade, intrigas, etc.
Outro tema também enfatizado na história são as patentes de genes. A corrida incansável dos investigadores sem escrúpulos pela descoberta de pequenas porções de DNA, que os tornam milionários por cada vez que o “seu” gene for usado.
É de suma importância que se abordem estas questões éticas, não tão futuristas como se possa pensar. Embora o livro contenha alguma conotação fictícia, a verdade está mascarada detrás dela, levando à reflexão, por direito e por dever, sobre até que ponto o Homem, enquanto considerada a espécie mais evoluída de toda a história da Terra, tem legitimidade para comandar e "personalizar" os mecanismos naturais da evolução.
Michael Crichton é autor de outras obras de igual modo interessantes, desafiando e confrontando a realidade e a ficção, entre as quais Jurassic Park, Lost World e a série televisiva ER.
Outro tema também enfatizado na história são as patentes de genes. A corrida incansável dos investigadores sem escrúpulos pela descoberta de pequenas porções de DNA, que os tornam milionários por cada vez que o “seu” gene for usado.
É de suma importância que se abordem estas questões éticas, não tão futuristas como se possa pensar. Embora o livro contenha alguma conotação fictícia, a verdade está mascarada detrás dela, levando à reflexão, por direito e por dever, sobre até que ponto o Homem, enquanto considerada a espécie mais evoluída de toda a história da Terra, tem legitimidade para comandar e "personalizar" os mecanismos naturais da evolução.
Michael Crichton é autor de outras obras de igual modo interessantes, desafiando e confrontando a realidade e a ficção, entre as quais Jurassic Park, Lost World e a série televisiva ER.
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Livros
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Pegada Ecológica
A pegada ecológica foi um termo criado para medir o impacto das actividades levadas a cabo por cada ser humano, em termos ecológicos. Se souber a sua, de acordo com o seu modo de vida e a sua atitude perante o nosso planeta, saberá qual a marca que está a deixar às futuras gerações, e o que aconteceria se toda a população mundial assumisse a mesma conduta.
Para calcular a sua pegada ecológica aceda ao link http://www.earthday.net/footprint/flash.html .
Responda ao questionário da maneira mais sincera possível e conheça a sua pegada ecológica, quantos planetas Terra seriam necessários para sustentar a população mundial, caso todas as pessoas do mundo agissem do mesmo modo que o seu e explore algumas maneiras de diminuir o seu resultado, de acordo com as áreas que mais o comprometeram.
Já que o teste ainda não está disponível para Portugal, responda como sendo um cidadão australiano, do estado de Victoria, já que é este o mais aproximado às condições do nosso país.
Caso tenha alguma dúvida, deixe um comentário a esta mensagem.
Para calcular a sua pegada ecológica aceda ao link http://www.earthday.net/footprint/flash.html .
Responda ao questionário da maneira mais sincera possível e conheça a sua pegada ecológica, quantos planetas Terra seriam necessários para sustentar a população mundial, caso todas as pessoas do mundo agissem do mesmo modo que o seu e explore algumas maneiras de diminuir o seu resultado, de acordo com as áreas que mais o comprometeram.
Já que o teste ainda não está disponível para Portugal, responda como sendo um cidadão australiano, do estado de Victoria, já que é este o mais aproximado às condições do nosso país.
Caso tenha alguma dúvida, deixe um comentário a esta mensagem.
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